"Habito a solidão igual quem veste um manto antigo.
Eles temem a escuridão, por isso se agarram a qualquer luz.
Eu sou a escuridão.
E jamais caminharei ao lado de quem
não conhece as sombras..."
"Habito a solidão igual quem veste um manto antigo.
Eles temem a escuridão, por isso se agarram a qualquer luz.
Eu sou a escuridão.
E jamais caminharei ao lado de quem
não conhece as sombras..."
Ainda me pego olhando para o vazio, tentando entender onde foi que me perdi. Talvez o erro tenha sido esperar demais de quem nunca quis ficar. Perdoei o que doía, esperei por mudanças que nunca vieram. No fim, o silêncio falou mais alto.
Ele encontrou alguém para seguir em frente...e eu encontrei a solidão, que me abraçou devagar e me ensinou, entre lágrimas, que antes de amar alguém, eu precisava aprender a não me abandonar.
Na penumbra de um coração estilhaçado, ela caminhava entre os escombros de promessas mortas. A casa, outrora cheia de risos, agora murmurava lamentos em cada canto escuro. As paredes guardavam segredos igual túmulo mal selados, e o perfume dele ainda pairava, igual fantasma zombeteiro.
Ele a havia traído - não apenas com outro corpo, mas com a ausência de alma. O toque que antes aquecia agora frias. Ela não gritou. O silêncio era sua vingança. Perdoar? Talvez. Mas não esquecer.
No espelho quebrado, ela viu não uma vítima, mas uma fênix envolta em trevas. Não imploraria por amor.Não mendigaria por amor. O amor que trai se enterra com flores escuras.
Enquanto a lua observava, pálida e cúmplice, ela sussurrou ao vazio: " Que ele receba cada gota do veneno que me fez beber."
E partiu, não igual quem foge...
Mas igual quem renasce das cinzas de sua própria dor.
Amar sozinha é igual dançar com sombras no salão vazio do esquecimento. Parecia que éramos dois, mas era só eu - sustentando um castelo de ilusões, pedra por pedra, até ele desmoronar sobre mim. Cobrei presença e recebi silêncio. Ofereci alma, e fui tratada igual peso. Pedi um pouco mais... e fui banida.
Ele partiu sem olhar para trás, e, como criatura sedenta de novidade, correu para outro colo. Fez promessas ali que dizia não estar pronto para cumprir comigo. Não foi falta de amor - foi falta de vontade.
Mas o tempo tem sua justiça, e a escuridão que ele me deixou vai se espalhar, um dia, nos caminhos que ele mesmo escolheu. A lei do retorno não falha - o que se faz com descaso, volta com intensidade. O abandono volta igual ausência, a mentira volta igual solidão, e o desprezo... volta igual dor.
Fiquei presa na torre do "quase", mas aprendi: quem joga com o coração alheio, colhe ruínas onde esperava jardins.
Eu? Queimei em silêncio, mas das cinzas nascem as criaturas mais fortes.
Que minha dor sirva de alerta. Que minha entrega se torne maldição para quem zombou dela.
E que o amor, quando voltar a mim, venha limpo, profundo, e eterno - igual eu ofereci.
Mas onde estavam quando minhas lágrimas caíam igual chuva num cemitério esquecido?
Onde estavam quando meu coração
sangrava em silêncio,
envolto nas sombras que só a dor
verdadeira conhece?
Agora vestida de aço, julgam meu
silêncio-
mas esqueceram que foi a ausência deles que me ensinou a calar.
Que falta eu sinto dos seus olhos perto dos meus, sua boca chegando perto da minha, estou ansiosa para sua chegada querido, prepare as malas e venha rápido sinto que será emocionante a sua chegada que meus olhos percebem em toda a minha existência, quando estou longe de você, parece que falta um pedaço de mim, não consigo esquecer os momentos maravilhosos que passamos juntos, quando estou ao seu lado, minha vida fica colorida e iluminada, eu sentia aperto no coração, doía bastante por sua ausência a notícia do seu retorno me deixou feliz, pois a felicidade plena, verdadeira e completa, sentirei quando beijar o seu rosto e abraçar forte, olhar seus olhos, sentir seu amor.
Venha logo meu amor fico sem direção se você não está comigo estou esperando por ti ansiosamente com as forças do meu coração, te receberei com abraços, carinho, beijos...
Muitos beijos da sua amada.
